Abrigo para laboratório rural e máquinas
- BR MGUFV PHR.05.PHR.11210a
- 1928
Parte deColeção P. H. Rolfs (PHR)
Abrigo para laboratório rural e máquinas da ESAV.
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Abrigo para laboratório rural e máquinas
Parte deColeção P. H. Rolfs (PHR)
Abrigo para laboratório rural e máquinas da ESAV.
Área central do campus da ESAV
Parte deColeção P. H. Rolfs (PHR)
Área central do campus. No primeiro plano Reta e trilhos da Leopoldina Railway, no segundo área experimental e, no fundo, o Abrigo da Engenharia Rural à esquerda, e as Pocilgas à direita.
Instalações do Departamento de Veterinária
Parte deColeção P. H. Rolfs (PHR)
Instalações do Departamento de Veterinária. No primeiro plano, à direita, os seis Estábulos para pequenos animais e, atrás, o Abrigo para intervenções cirúrgicas e a Enfermaria para grandes animais. À esquerda, o Depósito para instrumentos cirúrgicos da Veterinária.
Parte deColeção P. H. Rolfs (PHR)
Abrigo para beneficiamento de milho, arroz e algodão.
Parte deColeção P. H. Rolfs (PHR)
Foto do Prédio Principal em fase final de acabamento.
Primeiras instalações do Departamento de Agronomia
Parte deColeção P. H. Rolfs (PHR)
Primeiras instalações do Departamento de Agronomia á direita, Abrigo para laboratórios rurais e máquinas agrícolas e à esquerda e outras dependências.
Instalações do Departamento de Zootecnia
Parte deColeção P. H. Rolfs (PHR)
Instalações do Departamento de Zootecnia. Leiteria e Estábulo, no primeiro plano e, em continuação: Abrigo para bezerros, Cocheira e Depósito de feno.
Área central do campus da ESAV
Parte deColeção P. H. Rolfs (PHR)
Área central do campus. No primeiro plano: um funcionário na área experimental e, no segundo: escritório da Construção, Garagem, Barracão de Obras e Prédio Principal.
Vista da área central do Campus
Parte deColeção P. H. Rolfs (PHR)
Vista da área central do Campus. Em primeiro plano o Posto Meteorológico. No segundo plano, da esquerda para a direita: Prédio Principal, em acabamento; Barracão de obras; Garagem, uma das casas das fazendas primitivas, transformada em Escritório da Construção. No terceiro plano algumas casas pré-existentes e a Área experimental. Ao fundo, da esquerda para a direita, a partir das proximidades do Prédio Principal: Ripado (Abrigo para viveiros), e Laboratório rural da Seção de Horti-Pomicultura, Abrigo para máquinas e inseticidas, Abrigo da Engenharia Rural (primitivamente) e Pocilgas.
Parte deColeção P. H. Rolfs (PHR)
Trabalhador no meio do Campo de mudas de 18 nações.
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Mudas de paineiras no campus da ESAV.
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Funcionário no meio da plantação de cana no Campo de cultura.
Parte deColeção P. H. Rolfs (PHR)
Campo de cultura da Agronomia.
Parte deColeção P. H. Rolfs (PHR)
Foto do Prédio Principal
Aula prática no Laboratório de Botânica
Parte deColeção P. H. Rolfs (PHR)
Aula prática no Laboratório de Botânica ministrada pelo Professor Humberto Bruno.
Parte deColeção P. H. Rolfs (PHR)
Mostruário de insetos.
Parte deColeção P. H. Rolfs (PHR)
Foto de uma pessoa não identificada junto aos produtos agrícolas colhidos na ESAV.
Parte deColeção P. H. Rolfs (PHR)
A avenida nasce no entrocamento da estrada para a Seção de Zootecnia (próximo à rotatória, no cruzamento com a Avenida da Agronomia) com a travessia da linha da Leopoldina, seguindo paralela a esta, em direção à cidade, até a curva reversa de 70 metros, tendo este trecho a extensão de 1.080 metros, com a largura total de 20 metros. Do último ramo da curva reversa nasce a segunda tangente, que termina no Largo do Rosário, no Centro. A arborização original da Avenida era de palmeiras e magnólias: no primeiro trecho, em que os passeios são de 5 metros de largura, em cada lado há uma fileira de palmeiras e outra de magnólias, sendo a distância entre as fileiras de 3,60 metros e entre as árvores de cada fileira, de 8 metros; no segundo trecho, com passeio de 2,50 metros, só continuam, até a sua metade, aproximadamente, duas fileiras de palmeiras. Em pontos convenientes, foram dispostos sete pares de caixas com ralos para águas pluviais, com os respectivos drenos e manilhas. As fotos anexas mostram a Avenida em diferentes ângulos e datas. [descrição da foto 1169a: O primeiro par, à direita, é Rolfs e a esposa, Effie Rolfs. O segundo par é Bello Lisbôa e a esposa, Maria da Conceição Damásio Bello Lisboa.]
Área central do campus da ESAV
Parte deColeção P. H. Rolfs (PHR)
Área central do campus da ESAV. No primeiro plano as Pocilgas, no segundo a área experimental e no terceiro o barracão de obras, o Prédio Principal e a residência do Diretor.
Campos de experiência e instalações
Parte deColeção P. H. Rolfs (PHR)
Área experimental. À esquerda o Abrigo da Entomologia (máquinas e inseticidas) e à direita o Abrigo da Engenharia Rural.
Parte deColeção P. H. Rolfs (PHR)
Pessoa não identificada na plantação de limão rosa (limão-capeta, limão-cravo)
Parte deColeção P. H. Rolfs (PHR)
Cultura do eucalipto (árvore muito utilizada para a fabricação de papel, na construção civil etc.).
Parte deColeção P. H. Rolfs (PHR)
P.H. Rolfs observando a maior árvore de “chaulmoogra” no Brasil. Nessa época usava-se o óleo de chaulmoogra como um importante elemento na prática terapêutica da lepra.
Rolfs observando Abacateiro “Guatemala”
Parte deColeção P. H. Rolfs (PHR)
Rolfs observando abacateiro “Guatemala”, recebido do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. Planta muito precoce, produtiva e com frutos de qualidade superior.
Triplaris cumingiana do Panamá
Parte deColeção P. H. Rolfs (PHR)
Triplaris cumingiana do Panamá.
Parte deColeção P. H. Rolfs (PHR)
Trabalhadores com os animais preparados para o trabalho no Abrigo da Engenharia Rural.
Parte deColeção P. H. Rolfs (PHR)
Aula prática do Professor Herman Rehaag na Horta da Escola, junto a funcionários da ESAV.
Aula prática de plantio de citros
Parte deColeção P. H. Rolfs (PHR)
Aula prática com estudantes aprendendo a plantar citros.
Parte deColeção P. H. Rolfs (PHR)
Estrumeira prática, utilizando restos de café, milho e outras culturas que são postos na estrumeira, misturados com esterco de gado, molhados e cobertos com palha, como proteção contra o sol e as chuvas. Depois de alguns meses, transformam-se em ótimos fertilizantes.
Exposição de Citros no Prédio Principal
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Mostruário de frutas cítricas colhidas na ESAV. Organizado pelos alunos para a visita do Dr. Antônio Carlos Ribeiro de Andrada, então presidente do Estado de Minas Gerais.